Revelação
Divina
A
palavra revelação, em sentido religioso, significa
o conjunto de informações sobre as leis de Deus e
sobre a nossa natureza espiritual trazidas à humanidade por
iniciativa do poder divino.
A bondade divina jamais desamparou o homem, buscando sempre esclarecê-lo
e orienta-lo para a felicidade, por isso, já ocorreram várias
revelações que constituem, na verdade, amplos momentos
de educação e renovação destinados a
promover nosso progresso.
Na tradição ocidental houve três grandes revelações,
a saber: a primeira, que nos chegou com Moisés e cuja síntese
são os dez mandamentos; a segunda, trazida por Jesus, que
mostrou a dimensão espiritual da vida, destacando também
a supremacia do amor; e a terceira representada pela doutrina espírita,
há cento e cinqüenta anos e não teve um profeta,
um revelador pessoal.
A revelação espírita apresenta como aspectos
distintivos a circunstância de não possuir fundador
pessoal nem autoridades humanas, sendo também, contínua,
isto é, novas informações prosseguem sendo
incorporados ao acervo doutrinário, submetidas, como sempre,
ao controle da razão.
O advento do Espiritismo um empreendimento de grandes proporções
tinha e até hoje tem, como objetivo de beneficiar os povos
da Terra, motivo suficiente para se considerar a necessidade de
uma implantação rápida.
Deus queria que a terceira revelação fosse do conhecimento
dos homens, ainda que nem todos estivessem suficientemente preparados
para entendê-la, mesmo assim, atribuiu aos espíritos
superiores tal missão e há um homem chamado Allan
Kardec.
Na propagação das idéias espíritas Kardec
utilizou-se, com superior habilidade, da tribuna, da revista e do
contato pessoal, mas fez do livro o repositório por excelência
dos novos ensinamentos.
Dezoito de abril data do lançamento de “ O livro dos
Espíritos” ficou consagrado o dia do livro espírita.
O mês de abril é significativo para se repensar a divulgação
da doutrina espírita.
Um só idealista pode ter forças para dar os passos
iniciais e fazer avançar o seu empreendimento. Contudo, a
união é essencial para a fecundação
da boa nova. E nossa parte, por pequenina que seja, contará
para a fertilidade do espiritismo do solo terráqueo. Seremos
assim um povo mais informado e portanto, mais preparado.
Que possamos pois “divulgar por todos os meios lícitos,
os livros que esclareçam os postulados espíritas,
prestigiando as obras santificantes que objetivam o ingresso da
humanidade no roteiro da redenção com Jesus.
“Saber não é tudo, é necessário
fazer.” (Emmanuel)
Fonte:Cap. I e VI do Evangelho Segundo Espiritismo.
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